Este blog foi criado a fim de complementar o trabalho desenvolvido na disciplina de química com os alunos do Ensino Médio do Instituto Sinodal da Paz de Santa Rosa - RS.
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domingo, 28 de agosto de 2011
ECSTASY - A Pílula do Amor, das Raves e dos Pesadelos
Documentário feito pelos alunos para mostrar o que é o Ecstasy, seus efeitos e consequências. O Curta Metragem tem 6min e é dirigido por Caroline Brun, com apresentação e roteiro de Giovani Barbieri e Direção Executiva de Carolina Rebellato.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
O Ecstasy e a Música
Como eu fui muito criticado em off pelo post em que eu associo o consumo de drogas com a música, usarei esse post para defender a independência que o fator arte tem das substâncias químicas.
As Raves - festas de música eletrônica - costumam durar até as 6h, 7h ou 8h do dia seguinte e o próprio evento Skol Beats (uma rave) usa isso como forma de promover a festa. Porém, há quem diga que as raves só se popularizaram devido ao intenso e descontrolado uso de Ecstasy nesses tipos de eventos. Um dos efeitos procurados por usuários da droga é o aumento no humor e no estado de ânimo. Esse efeito permite com que a pessoa que esteja frequentando a festa tenha fôlego pra dançar e se divertir a noite inteira.
Mas existem aqueles que fazem questão de distinguir a imagem da música e da droga. É o caso do DJ Marky: "esse negócio de associar música eletrônica com as drogas não tem nada a ver. Isso é uma opção de cada um. A mídia é que associa." Cabbet Araújo, produtor da Bunker 94, no Rio, concorda com o DJ: "Trabalho com música eletrônica há cinco anos, danço a noite inteira e não uso Ecstasy. Tenho vários amigos que tomam para ir dançar forró. A cocaína é muito mais consumida do que o Ecstasy, só que a mídia diz que o Ecstasy está ligado à música eletrônica".
Mas ele vai além e admite que o crescimento da música eletrônica se deve também à popularização do Ecstasy. "Não vou ser hipócrita de dizer que ninguém toma. De uns três anos para cá o Ecstasy se tornou mais acessível e o crescimento da música eletrônica está relacionado à expansão da droga, e vice-versa". Markinhos, que já experimentou, não se diz aficcionado pelo Ecstasy. "Hoje, a minha viagem é a música".
O pessoal do Brazilian Undergroun Movement (BUM), que agita a cena eletrônica na Baixada Fluminense, no Rio, também não se deixa vincular às drogas.
Para entrar no movimento é necessário gostar de música eletrônica, ser confiável, sem preconceitos de sexo, raça ou opção sexual, honesto e que seja bem informado, segundo os integrantes do B.U.M.. Apesar de não recriminarem o uso de drogas dentro do grupo, não gostam da associação: "como em qualquer estilo musical, há o consumo de drogas por pessoas de fraca personalidade, que se deixam levar pelo vício nocivo. O objetivo do B.U.M. é levar música eletrônica de qualidade livre de rótulos", disseram Marcelo S/Pitch e DDChip.
FONTE: Revista MOOD - Comportamento e Cultura
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Quando a arte encontra a droga
O artista plástico Frederic Post reuniu ex-usuários da droga e idealizou uma pesquisa de 5 anos que resultou em um livro de 500 páginas e uma instalação de arte que reúne desenhos feitos por estes ex-usuários da droga sobre os desenhos dos comprimidos. O livro chama-se Anonymous Engravings on Ecstasy Pills, onde Frederic recriou estes desenhos em 500 caracteres que compõe o livro, aproximando o ecstasy da arte.
O livro descreve como se comporta nossa sociedade: "Hoje, com o uso de drogas, queremos experimentar deste prazer sem restrições, quebrar a rotina monótona, fazer amor demorado, queremos festa mesmo que estamos cansados (...)." Seria esta a razão de um mercado tão rentável para a droga?
A grife Vanina Hänin foi além: criou uma coleção de joias baseadas nos desenhos dos comprimidos de ecstasy que custam entre 200 e 500 dólares. As joias podem ser encontradas no site da marca.
As joias são inspiradas na obra de Frederic Post e a polêmica a meu ver vem na inspiração da arte em relação ao uso de drogas. Apoio a liberdade de expressão, desde que esta não seja apelativa - fato que pode ocorrer com o uso de drogas como o ecstasy.
O artista plástico Romero Britto também criou uma instalação com obras inspiradas no ecstasy. As obras são coloridas e contam com formas diversas de uma perspectiva distorcida da realidade, fazendo uma alusão à droga. As obras podem ser vistas no video ao lado.
A droga ainda chega através da música, tão presente na vida de pessoas - principalmente jovens - público alvo da droga. A música brasileira Puro Êxtase de autoria do Barão Vermelho compara uma mulher aos efeitos do ecstasy, também conhecida por Pílula do Amor devido ao seu efeito que aumenta a libido sexual. Bandas como Black Eyed Peas carregam a droga em sua letra como na música "Just Can't Get Enough" onde um dos vocalistas, Taboo, fala "you're love is a dose of ecstasy" (seu amor é uma dose de ecstasy). Algumas bandas vão além quando o verso que abre o refrão é nada menos que "vamos ficar chapados", no caso de Ulysses - Franz Ferdinand.
A música influencia e desperta curiosidade. Como afirma a estudante de Comunicação Social Isabella Carvalho, "Os jovens são influenciados pela mídia porque ela exerce poder na formação da identidade de cada um deles." Uma vez ouvindo que seu artista favorito usa uma droga, a curiosidade aumenta e a vontade de experimentar aumenta na mesma proporção.
O primeiro passo para o combate à droga é a conscientização de cada um, para que se tenha uma cabeça madura suficiente para relevar a importância de uma mente limpa e um corpo saudável, longe de qualquer droga.
Fonte: http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/drogas/contexto2.html
http://comunicandoteorias.blogspot.com/2009/03/musica-influencia-na-vida-dos-jovens.html
http://www.we-find-wildness.com/2011/01/frederic-post/
http://shop.vaninahanin.com/index.php/artists/frederic-post/ecstasy
A grife Vanina Hänin foi além: criou uma coleção de joias baseadas nos desenhos dos comprimidos de ecstasy que custam entre 200 e 500 dólares. As joias podem ser encontradas no site da marca.
As joias são inspiradas na obra de Frederic Post e a polêmica a meu ver vem na inspiração da arte em relação ao uso de drogas. Apoio a liberdade de expressão, desde que esta não seja apelativa - fato que pode ocorrer com o uso de drogas como o ecstasy.
O artista plástico Romero Britto também criou uma instalação com obras inspiradas no ecstasy. As obras são coloridas e contam com formas diversas de uma perspectiva distorcida da realidade, fazendo uma alusão à droga. As obras podem ser vistas no video ao lado.
A droga ainda chega através da música, tão presente na vida de pessoas - principalmente jovens - público alvo da droga. A música brasileira Puro Êxtase de autoria do Barão Vermelho compara uma mulher aos efeitos do ecstasy, também conhecida por Pílula do Amor devido ao seu efeito que aumenta a libido sexual. Bandas como Black Eyed Peas carregam a droga em sua letra como na música "Just Can't Get Enough" onde um dos vocalistas, Taboo, fala "you're love is a dose of ecstasy" (seu amor é uma dose de ecstasy). Algumas bandas vão além quando o verso que abre o refrão é nada menos que "vamos ficar chapados", no caso de Ulysses - Franz Ferdinand.
A música influencia e desperta curiosidade. Como afirma a estudante de Comunicação Social Isabella Carvalho, "Os jovens são influenciados pela mídia porque ela exerce poder na formação da identidade de cada um deles." Uma vez ouvindo que seu artista favorito usa uma droga, a curiosidade aumenta e a vontade de experimentar aumenta na mesma proporção.
O primeiro passo para o combate à droga é a conscientização de cada um, para que se tenha uma cabeça madura suficiente para relevar a importância de uma mente limpa e um corpo saudável, longe de qualquer droga.
Fonte: http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/drogas/contexto2.html
http://comunicandoteorias.blogspot.com/2009/03/musica-influencia-na-vida-dos-jovens.html
http://www.we-find-wildness.com/2011/01/frederic-post/
http://shop.vaninahanin.com/index.php/artists/frederic-post/ecstasy
"Mulher é presa com duas mil pílulas de ecstasy presas ao corpo" - G1
A polícia parou o ônibus no qual a mulher viajava, em uma operação de rotina, e desconfiou da falta de bagagem. Quando foi revistada, a droga apareceu. Ela, de acordo com a polícia, disse que foi contratada para transportar estimulantes sexuais, e não ecstasy.
A droga teria vindo de Cidade do Leste, no Paraguai, e seria levada para São Paulo." - G1
A metilenodioximetanfetamina (MDMA), mais conhecida por ecstasy, é uma droga sintetizada (feita em laboratório), cujo efeito é a diminuição da reabsorção da serotonina, dopamina e noradrenalina no cérebro, onde estas substâncias ficarão em maior contato entre as sinapses, causando euforia, sensação de bem-estar, alterações da percepção sensorial do consumidor e grande perda de líquidos, pertencente a família das anfetaminas. (...)
É vendido sob a forma de comprimidos e ocasionalmente em cápsulas. A dose de cada comprimido consumida é variável, podendo chegar de poucas miligramas a mais de 200 mg, muitas vezes misturadas a cafeína, amido, detergentes e outras drogas.
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